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leonardo Ricart dos Santos

Pessoa Física

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CERÂMICA SARAMENHA- HISTÓRICO No início do século XIX, uma fábrica de cerâmica foi aberta em Vila Rica (hoje Ouro Preto), na chácara do Barão de Saramenha, daí o nome da técnica. A fábrica, uma iniciativa do padre Viegas, abasteceu de louças inúmeras cidades ao longo da Estrada Real, até que foi fechada, devido à proibição imposta pela Coroa Portuguesa de se Os trabalhadores, no entanto, continuaram a produzir a arte, que foi sendo passada de pai para filho. O pesquisador mineiro Pedro Arcângelo Evangelista, conhecido como Petrus, conseguiu chegar a um artesão que parece ser o último depositário da técnica de queima e vitrificação com pigmentos metálicos, Mestre Bitinho (Silvestre Na época com 77 anos, Mestre Bitinho ao saber da noticia de ser o último artesão da técnica estranhou, ”Ué, e não tem mais nenhum louceiro por aí?” E ao explicar sobre a técnica, revelou que para ser Saramenha, a cerâmica, antes de ir ao forno pela segunda vez, deve receber uma camada de verniz especial, feito com pigmentos metálicos. Esse é o principal macete de uma técnica que passou de pai para filho desde seu bisavô O último artesão de uma linhagem familiar, cujas raízes remontam ao início do século XIX, faleceu em 1998. O mestre antes de falecer, passou seus ensinamentos, em um curso ministrado em sua oficina no ano de1995. Leonardo, um dos primeiros alunos, que desde o princípio do curso levou a sério as aulas se encantou pelo ofício. Do alto dos seus 78 anos, mestre Bitinho, que sempre se preocupou para que não morresse tão nobre ofício, O barro adquirindo formas, ganhando vida nas mãos do mestre despertaria em Leonardo uma paixão sem tamanho, quando viu pela primeira vez uma peça nascida através de suas mãos, queimada, requeimada, brilhando como uma joia. A cerâmica exercia sobre ele um encanto que ia muito além de um simples ofício. Um ano de convivência com mestre Bitinho foi bastante para que assimilasse o domínio da técnica. Várias peças foram produzidas nesse período, com arte e paixão. Como bons parceiros, o produto da venda era irmãmente dividido. Com o falecimento de Mestre Bitinho, encerra-se o ciclo histórico de um dos mais belos exemplos de artesanato de Minas Gerais. A cerâmica Saramenha entrou novamente no rol das artes em extinção, dada a concorrência sem parâmetros de comparação imposta pela indústria louceira, mais barata, mais resistente, mais de acordo No entanto, eis que surge um novo herdeiro de uma das mais belas artes "Cerâmica Saramenha". Uma nova página na história da cerâmica vidrada passa a ser escrita. O ofício já estava quase esquecido, mas graças aos projetos criados pelo SEBRAE-MG, FAOP- Fundação de Artes de Ouro Preto, Prefeitura Municipal de Ouro Branco e a Gerdau Açominas, juntamente com a ADEOB - Agência de Desenvolvimento de Ouro Branco, esta arte Com a responsabilidade de preservar os conhecimentos que lhe haviam sido confiados, Leonardo abre um novo ciclo, dando continuidade à arte milenar através de suas mãos. Foi conferido a ele, pela FAOP e pelo SEBRAE no “Salvar um saber, um saber-fazer e toda a sabedoria de um oficio é como salvar uma flor ou um pássaro em extinção” Petruz – (Pedro Arcanjo Evangelista). Um Novo Herdeiro ‘‘Um Tesouro Milenar Retorna as Nossas Mãos’’ “Poucos raios de sol iluminavam a manhã do dia 27 de novembro de 2001. Um dia comum, até que uma tênue fumaça chamou a atenção, quebrando a monotonia daquela manhã. Sim, o pequeno forno aquecia o sonho de Ali estava o artista cauteloso e atento, consagrando uma nova fase de sua obra - prima. Neste dia memorável, se dá a queima das primeiras peças da Cerâmica Saramenha, após "Mestre Bitinho". A arte Saramenha está viva, foi salva em fim! Resistiu ao frio do tempo e a frieza dos homens. Definitivamente esta não é uma manhã comum Mãos hábeis escreveram mais uma página de Ouro Branco. Os corações dos amantes da arte desta terra se aquecem. Leonardo Ricart, discípulo que se tornou mestre, faz parte de nossa história" (Iolanda Fabrini, 2001).

 


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CERÂMICA SARAMENHA- HISTÓRICO No início do século XIX, uma fábrica de cerâmica foi aberta em Vila Rica (hoje Ouro Preto), na chácara do Barão de Saramenha, daí o nome da técnica. A fábrica, uma iniciativa do padre Viegas, abasteceu de louças inúmeras cidades ao longo da Estrada Real, até que foi fechada, devido à proibição imposta pela Coroa Portuguesa de se Os trabalhadores, no entanto, continuaram a produzir a arte, que foi sendo passada de pai para filho. O pesquisador mineiro Pedro Arcângelo Evangelista, conhecido como Petrus, conseguiu chegar a um artesão que parece ser o último depositário da técnica de queima e vitrificação com pigmentos metálicos, Mestre Bitinho (Silvestre Na época com 77 anos, Mestre Bitinho ao saber da noticia de ser o último artesão da técnica estranhou, ”Ué, e não tem mais nenhum louceiro por aí?” E ao explicar sobre a técnica, revelou que para ser Saramenha, a cerâmica, antes de ir ao forno pela segunda vez, deve receber uma camada de verniz especial, feito com pigmentos metálicos. Esse é o principal macete de uma técnica que passou de pai para filho desde seu bisavô O último artesão de uma linhagem familiar, cujas raízes remontam ao início do século XIX, faleceu em 1998. O mestre antes de falecer, passou seus ensinamentos, em um curso ministrado em sua oficina no ano de1995. Leonardo, um dos primeiros alunos, que desde o princípio do curso levou a sério as aulas se encantou pelo ofício. Do alto dos seus 78 anos, mestre Bitinho, que sempre se preocupou para que não morresse tão nobre ofício, O barro adquirindo formas, ganhando vida nas mãos do mestre despertaria em Leonardo uma paixão sem tamanho, quando viu pela primeira vez uma peça nascida através de suas mãos, queimada, requeimada, brilhando como uma joia. A cerâmica exercia sobre ele um encanto que ia muito além de um simples ofício. Um ano de convivência com mestre Bitinho foi bastante para que assimilasse o domínio da técnica. Várias peças foram produzidas nesse período, com arte e paixão. Como bons parceiros, o produto da venda era irmãmente dividido. Com o falecimento de Mestre Bitinho, encerra-se o ciclo histórico de um dos mais belos exemplos de artesanato de Minas Gerais. A cerâmica Saramenha entrou novamente no rol das artes em extinção, dada a concorrência sem parâmetros de comparação imposta pela indústria louceira, mais barata, mais resistente, mais de acordo No entanto, eis que surge um novo herdeiro de uma das mais belas artes "Cerâmica Saramenha". Uma nova página na história da cerâmica vidrada passa a ser escrita. O ofício já estava quase esquecido, mas graças aos projetos criados pelo SEBRAE-MG, FAOP- Fundação de Artes de Ouro Preto, Prefeitura Municipal de Ouro Branco e a Gerdau Açominas, juntamente com a ADEOB - Agência de Desenvolvimento de Ouro Branco, esta arte Com a responsabilidade de preservar os conhecimentos que lhe haviam sido confiados, Leonardo abre um novo ciclo, dando continuidade à arte milenar através de suas mãos. Foi conferido a ele, pela FAOP e pelo SEBRAE no “Salvar um saber, um saber-fazer e toda a sabedoria de um oficio é como salvar uma flor ou um pássaro em extinção” Petruz – (Pedro Arcanjo Evangelista). Um Novo Herdeiro ‘‘Um Tesouro Milenar Retorna as Nossas Mãos’’ “Poucos raios de sol iluminavam a manhã do dia 27 de novembro de 2001. Um dia comum, até que uma tênue fumaça chamou a atenção, quebrando a monotonia daquela manhã. Sim, o pequeno forno aquecia o sonho de Ali estava o artista cauteloso e atento, consagrando uma nova fase de sua obra - prima. Neste dia memorável, se dá a queima das primeiras peças da Cerâmica Saramenha, após "Mestre Bitinho". A arte Saramenha está viva, foi salva em fim! Resistiu ao frio do tempo e a frieza dos homens. Definitivamente esta não é uma manhã comum Mãos hábeis escreveram mais uma página de Ouro Branco. Os corações dos amantes da arte desta terra se aquecem. Leonardo Ricart, discípulo que se tornou mestre, faz parte de nossa história" (Iolanda Fabrini, 2001).

 


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