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Circo Laheto

Pessoa Jurídica sem Fins Lucrativos

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O Grupo Laheto surge em 1980 a partir de um trabalho sociocultural realizado com índios e posseiros da região do Baixo Araguaia-MT. O grupo se articulava montando peças teatrais que contavam as experiências vividas pelo povo daquela região, fato que originou o Projeto Araguaia Pão & Circo, cujo objetivo era identificar e fomentar a arte popular através da capacitação de agentes e núcleos culturais. Em 1994, um dos artistas do Circo Laheto, o Palhaço Maneco Maracá, personagem de Valdemir de Souza, transferiu-se para Goiânia e, conjuntamente com a sua companheira, Seluta Rodrigues, fundaram o Grupo de Teatro Laheto, com o objetivo inicial de fazer estudos, pesquisas, montagens, apresentação de espetáculos teatrais e circenses na capital e cidades do interior do Estado de Goiás. A partir de 1996, o Grupo focalizou seus interesses em estudos, pesquisas e trabalhos nas políticas de atendimento às crianças e adolescentes advindas de famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Posteriormente, investiu na formação e capacitação de artistas circenses e educadores com o objetivo de formar profissionais habilitados em consolidar e multiplicar a proposta educacional do grupo que era proporcionar uma educação integrada por meio da arte circense. Nascia aí o Projeto Arte, Circo e Cidadania, que permaneceu durante quatro anos no Bairro Dom Fernando. No início de 2000, o Grupo transferiu as suas atividades para o Parque da Criança e inaugurou a Escola de Circo, que hoje possui o nome de ESCOLA DE CIRCO LAHETO. Desde então, as atividades passaram a ser direcionadas ao atendimento às crianças e adolescentes em situação de risco desta região. Para alcançar os seus objetivos, o Circo Laheto vem formulando e executando projetos e atividades coletivas fundamentadas em princípios éticos, estéticos e políticos que buscam conscientizar as crianças acerca dos cuidados de si, do outro, e os cuidados com a vida. Esta perspectiva fundamenta tanto as atividades internas realizadas pelas crianças/adolescentes: atividades da arte circense (pernas-de-pau, malabares, monociclo, diabolô, diablete, palhaço, tecido acrobático e trapézio, lira entre outros), bem como teatro, oficinas de matemática, atividades de incentivo à leitura e produção de textos, brincadeiras e jogos típicos do Brasil, filmagem, vídeo, foto, arte digital, como também a participação do grupo (coordenadores, arte-educadores e crianças) em ações organizadas que fomentem políticas de atendimento às crianças/adolescentes. A participação em ações sociais propicia o fortalecimento institucional de parcerias com organizações e entidades que pactuem com seus princípios e respeitem a cultura da infância no seu direito ao brincar e à vida. Parcerias capazes de pensar e formular ações que garantam a inclusão sociocultural de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade socioeconômica. A exemplo, produziu e sediou, no mês de setembro de 2010, o 1º Festival de Circo Social de Nossa América que contou com a participação de gestores, educadores e educandos de 19 escolas de circo social sediadas em 11 estados do Brasil e representantes da Argentina, Espanha e Canadá. Considerada uma importante ferramenta educativa, o circo social tem conquistado adeptos em todo o País. A Rede Circo do Mundo Brasil é formada por 20 organizações que apostam na arte educação como meio eficaz no processo de desenvolvimento integral de crianças e jovens. Utilizando a linguagem artística, a cultura popular, especialmente as técnicas circenses, a Rede tem alcançado resultados importantes. Além de educar por meio da arte, o circo proporciona integração e cidadania na perspectiva dos direitos humanos e da transformação social.
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O Grupo Laheto surge em 1980 a partir de um trabalho sociocultural realizado com índios e posseiros da região do Baixo Araguaia-MT. O grupo se articulava montando peças teatrais que contavam as experiências vividas pelo povo daquela região, fato que originou o Projeto Araguaia Pão & Circo, cujo objetivo era identificar e fomentar a arte popular através da capacitação de agentes e núcleos culturais. Em 1994, um dos artistas do Circo Laheto, o Palhaço Maneco Maracá, personagem de Valdemir de Souza, transferiu-se para Goiânia e, conjuntamente com a sua companheira, Seluta Rodrigues, fundaram o Grupo de Teatro Laheto, com o objetivo inicial de fazer estudos, pesquisas, montagens, apresentação de espetáculos teatrais e circenses na capital e cidades do interior do Estado de Goiás. A partir de 1996, o Grupo focalizou seus interesses em estudos, pesquisas e trabalhos nas políticas de atendimento às crianças e adolescentes advindas de famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Posteriormente, investiu na formação e capacitação de artistas circenses e educadores com o objetivo de formar profissionais habilitados em consolidar e multiplicar a proposta educacional do grupo que era proporcionar uma educação integrada por meio da arte circense. Nascia aí o Projeto Arte, Circo e Cidadania, que permaneceu durante quatro anos no Bairro Dom Fernando. No início de 2000, o Grupo transferiu as suas atividades para o Parque da Criança e inaugurou a Escola de Circo, que hoje possui o nome de ESCOLA DE CIRCO LAHETO. Desde então, as atividades passaram a ser direcionadas ao atendimento às crianças e adolescentes em situação de risco desta região. Para alcançar os seus objetivos, o Circo Laheto vem formulando e executando projetos e atividades coletivas fundamentadas em princípios éticos, estéticos e políticos que buscam conscientizar as crianças acerca dos cuidados de si, do outro, e os cuidados com a vida. Esta perspectiva fundamenta tanto as atividades internas realizadas pelas crianças/adolescentes: atividades da arte circense (pernas-de-pau, malabares, monociclo, diabolô, diablete, palhaço, tecido acrobático e trapézio, lira entre outros), bem como teatro, oficinas de matemática, atividades de incentivo à leitura e produção de textos, brincadeiras e jogos típicos do Brasil, filmagem, vídeo, foto, arte digital, como também a participação do grupo (coordenadores, arte-educadores e crianças) em ações organizadas que fomentem políticas de atendimento às crianças/adolescentes. A participação em ações sociais propicia o fortalecimento institucional de parcerias com organizações e entidades que pactuem com seus princípios e respeitem a cultura da infância no seu direito ao brincar e à vida. Parcerias capazes de pensar e formular ações que garantam a inclusão sociocultural de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade socioeconômica. A exemplo, produziu e sediou, no mês de setembro de 2010, o 1º Festival de Circo Social de Nossa América que contou com a participação de gestores, educadores e educandos de 19 escolas de circo social sediadas em 11 estados do Brasil e representantes da Argentina, Espanha e Canadá. Considerada uma importante ferramenta educativa, o circo social tem conquistado adeptos em todo o País. A Rede Circo do Mundo Brasil é formada por 20 organizações que apostam na arte educação como meio eficaz no processo de desenvolvimento integral de crianças e jovens. Utilizando a linguagem artística, a cultura popular, especialmente as técnicas circenses, a Rede tem alcançado resultados importantes. Além de educar por meio da arte, o circo proporciona integração e cidadania na perspectiva dos direitos humanos e da transformação social.
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20/03/1995

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